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CARO TRABALHADOR (A) FAÇA VALER SEUS DIREITOS. DIVULGUE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE ESSA VIOLENCIA PSICOLÓGICA QUE TRAZ PREJUIZOS A SUA SAUDE FISICA, MENTAL E SOCIAL. VAMOS NOS UNIR NA LUTA PARA QUE EM NOSSAS CIDADES, ESTADOS E QUEM SABE EM NOSSO PAÍS, TENHAMOS LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE ASSÉDIO MORAL.
"É inegável que o assédio moral ocasiona danos à imagem, à honra, à liberdade do trabalhador (art. 5º, V e X, CF), logo, a sua reparação é questão de justiça (art. 186, CC).
Escrito por Associação Reagir às 04h13
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http://www.youtube.com/watch?v=L5_uQ_P1-Fw
Escrito por Associação Reagir às 02h33
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JORNAL DA GLOBO - edição do dia 03/04/2009. Trabalhador sofre assédio moral no interior de São Paulo
O Ministério Público do Trabalho confirmou no interior de São Paulo um caso de assédio moral, envolvendo humilhações impostas a um trabalhador. As imagens são do Ministério Público. O Ferramenteiro, José Nascimento Souza está sentado sobre um latão de lixo. "Me tiraram o banco, não me dão uniforme, não me dão nada", diz José Nascimento. O funcionário que trabalha em uma fábrica de materiais elétricos, no interior de São Paulo, conta que os constrangimentos começaram há oito meses, quando um dos chefes se desligou da empresa. José acredita que o novo responsável pela firma não confiava nele e passou a humilhá-lo. "Meu chefe queria que eu pedisse demissão e abrisse mão dos meus direitos." Como Jose é integrante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes tem direito a estabilidade no emprego por dois anos. O funcionário passava até nove horas em pé, e para o descanso resolveu improvisar. "Você ficar o dia inteiro sentado em cima de uma lata e seus companheiros passando e vendo você naquela humilhação é complicado", conta. A versão da empresa é outra. "Existe assento, mas se ele prefere sentar dessa forma é questão dele", afirma Moacir Macedo, advogado da empresa. "O funcionário que não cumpre a meta é colocado às vezes em situação vexatória ou é preterido. Isso existe e é verificado mais na indústria", explica a procuradora do trabalho, Alvamari Tebet. José vai ficar afastado do trabalho, com direito a salário e todos os benefícios, até a conclusão do processo. "Estou simplesmente sendo humilhado aqui".
Escrito por Associação Reagir às 04h40
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12/02/2009 Assédio moral - Debatido no Encontro do Cone Sul Assédio moral é debatido no Encontro do Cone Sul durante o Fórum Social Mundial Fonte: Notícia do Site do Sintrajud-SP Trabalhadores da Argentina e Uruguai disseram que a prática também é comum em seus países. Para especialista, a causa está na organização do trabalho baseada em relações hierárquicas e não democráticas O assédio moral foi um dos temas debatidos no Encontro dos Trabalhadores do Judiciário do Cone Sul, que ocorreu durante o Fórum Social Mundial, em Belém – PA, na quarta-feira, dia 28. O debate contou com a participação de Terezinha dos Santos Souza, professora da Universidade do Recôncavo da Bahia e Doutora em Psicologia Social. A mesa também teve a participação do coordenador da Fenajufe Cláudio Klein e de trabalhadores do Judiciário do Uruguai e da Argentina: Sergio Nuñez, representante da Associação dos Funcionários do Judiciário do Uruguai – AFJU, e Rafael Rubio, da Federação Judicial Argentina - FJA. Terezinha explicou por que esse tipo de violência ocorre, já os servidores relataram como os casos de assédio estão presentes no dia-a-dia dos trabalhadores do Judiciário. O encontro aconteceu no TRE do Pará, e contou com a participação de servidores de vários estados do país. Os representantes das diferentes regiões e países revelaram que a prática de assédio moral ocorre de forma similar em todos os lugares. Para Terezinha, é preocupante que, mesmo crescente, as pessoas se acostumem com esse tipo de violência e evitem debatê-la. "O trabalho é o que nos mantêm vivos enquanto espécie humana, não podemos aceitar naturalmente que o assédio moral continue deixando pessoas doentes". A prática, segundo ela, vem aterrorizando os trabalhadores. Na iniciativa privada, o trabalhador é demitido, no serviço público, ele muitas vezes convive com o problema por anos ou é transferido para lugares distantes. Com a crise econômica atual, ela acredita que os casos de assédio moral no trabalho tendem a crescer. Segundo Terezinha, o assédio moral nos locais de trabalho está relacionado com o poder: "O assédio nasce na concepção de que alguém detém o poder sobre o trabalho do outro". Por isso, ela sugeriu que a forma de distribuição do poder não deveria ser discricionária. Alguns servidores apontaram que os critérios utilizados para a distribuição das Funções Comissionadas e falta de um plano de carreira estimulam o assédio nos locais de trabalho. A saída para o trabalhador, de acordo com Terezinha, é a organização e a solidariedade. "Em cada lugar o poder tem uma cara", disse. Para ela, a prática só acabará quando as relações de trabalho entre os seres humanos não forem baseadas na exploração. Resposta coletiva Os trabalhadores que compunham a mesa destacaram que tanto as causas do assédio, como as conseqüências para a vítima são comuns nos três países. "A problemática é praticamente igual, por isso temos que trocar nossas experiências concretas", afirmou Rafael. Ele acredita que o combate ao assédio moral nos locais de trabalho é tão importante quanto lutar por melhores salários e condições de trabalho. A busca por produtividade crescente, na opinião de Sergio, "leva o trabalhador a deixar de exercer a função social que ele deveria cumprir". Para ele, a relação de subordinação em si já é violenta e, somada ao critério da produtividade, provoca conseqüências terríveis para o trabalhador. Klein lembrou ainda que o assédio está relacionado ao autoritarismo presente na instituição, onde não há espaço para debate. Klein destacou que os casos de assédio não podem ser encarados como questões individuais. "Quando há um colega passando por uma situação de assédio, o problema não é só dele". Ele acredita que o assédio só diminuirá se todos se solidarizarem e compara o combate às campanhas antitabagismo. "Hoje não fumamos mais em lugares públicos. Mas isso só foi possível porque as pessoas que se incomodavam cobraram isso". Por Adriana Delorenzo, de Belém
Escrito por Associação Reagir às 01h53
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Empresa é condenada por assédio moral a trabalhador Extraido de: Correio Forense - 05 de Janeiro de 2009 A 7° Turma do TRT3 reformou sentença que condenava o superior direto de um trabalhador por assédio moral devido ao que o TRT3 caracterizou como conduta abusiva, de natureza psicológica, exercida por representante da empregadora. A Turma determinou o pagamento de R$ 7,5 mil pelos danos causados. No caso, o reclamante sofreu um acidente provocado pela aplicação de medicação endovenosa, tendo ficado com um pedaço da agulha retido na veia, o que desencadeou na vítima um processo de trombose venosa profunda. Segundo os autos, após o retorno do trabalhador, o supervisor passou a fazer constantes mudanças de função com o intuito de desestabilizar o reclamante para que pedisse demissão, sempre delegando-lhe tarefas que exigiam muito esforço físico, o que chegou a provocar a abertura da cirurgia no braço atingido. Quando o reclamante indagou seu supervisor a finalidade das constantes mudanças de função, incompatíveis com a sua condição física, este respondeu que o reclamante era um inútil e que não prestava mais serventia para a empresa. O TRT3 entendeu que as atitudes do superior tinham o objetivo de prejudicar a atuação profissional da vítima e comprometer seu equilíbrio emocional, o que ocasionou o agravamento da lesão do funcionário. O relator do recurso, desembargador Paulo Roberto de Castro ressaltou ainda que o perito garantiu que o conjunto de fatores vivenciados no trabalho desencadeou o quadro depressivo do reclamante, razão pela qual a Turma decidiu que ele faz jus à reparação pelo dano moral sofrido. A indenização por danos morais não tem a pretensão de substituir o sofrimento, o constrangimento e a dor moral, posto que impagáveis, concluiu o magistrado. (RO nº 01361-2007-134-03-00-7) A Justiça do Direito Online TRT 3ª Região
Escrito por Associação Reagir às 22h15
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“O Direito não tem como reparar o dano que a vítima sofreu na alma” Dra. Giselle Bondim, Juíza do Trabalho
Escrito por Associação Reagir às 21h58
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Olá, participem do Grupo no hi 5 (http://hi5.com/friend/displayHomePage ) sobre Assédio Moral, discuta e opine, sua participação é muito importante.
Escrito por Associação Reagir às 23h16
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DOAÇÕES
A associação de Apoio aos Trabalhadores Vítimas de Assédio Moral no Trabalho, está fundada e se estruturando para atender a todos os trabalhadores (as) Vítimas desse mal, para tanto estamos solicitando doações de material de expediente e permanente, bem como livros e documentários em DVD, sobre o assunto, como também, voluntários. contatos: Francimary: (85) 8822-4428 - Conselheira Fiscal da Entidade.
Escrito por Associacao Reagir às 17h20
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A Associacao Reagir
Nasce em Fortaleza, a primeira entidade de apio a todo e qualquer trabalhador (a) vítima de Assédio Moral no Trabalho. é a primeira entidade desse porte a nivel de norte e nordeste que ira e vai bater de frente na patronal que se ultiliza desse tipo de artifice contra o trabalhador, sua diretoria é composta na grande maioria de trabalhadores (as) que sofreram ou estão sofrendo com assédio moral no trabalho, incluisive nossa vice-presidente já obteve na justiça do trabalho ganho de causa por assédio moral a Sra. Gercilandia. se vc é vitima blog com a gente e conte sua história.
Escrito por Associacao Reagir às 17h10
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